sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Entre os jovens de 15 a 24 anos, alfabetizados funcionalmente chegam a 89%


O último levantamento do Indicador de Alfabetismo Funcional, o Inaf, divulgado neste sábado (14), aponta melhoras na educação do jovem brasileiro. Embora exista muito o quê se avançar na área, principalmente em termos de qualidade, a educação progrediu para a superação do analfabetismo absoluto entre os jovens de 15 a 24 anos, que era de 3% em 2001 e chegou a zero nesta edição da pesquisa. Já o percentual de alfabetizados funcionalmente foi de 78% para 89%, resultado que representa um aumento de 11 pontos percentuais quando comparado com o registrado em 2001, na primeira edição do Inaf.
“Avançamos bastante nessa última década, uma vez que a grande maioria dos jovens nesta faixa etária teve a oportunidade de acesso à educação na década anterior., Mas agora é preciso garantir a qualidade do ensino. O futuro do Brasil está na mão dessa geração. Os jovens de hoje serão os pais de família, os trabalhadores, eleitores, consumidores, produtores culturais, serão, enfim, as lideranças do País nos próximos 20 ou 30 anos”, explica Ana Lúcia Lima, diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro que, junto com a ONG Ação Educativa, é responsável pela criação e implementação do Inaf.
A pesquisadora insiste porém na a importância do avanço na qualidade do ensino ofertado a essa parcela da população, pois os dados do Inaf indicam que o alfabetismo de nível pleno é ainda muito baixo, mesmo nessa faixa etária. “Apenas pouco mais de 1/3 dos jovens brasileiros domina plenamente o uso da leitura, da escrita e da matemática e isso gera enormes limitações na realização de suas potencialidades”, avalia a pesquisadora.
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