terça-feira, 6 de setembro de 2011

Expedição cinematográfica passa por Tucuruí

Foto  Gustavo Baxter
Durante a jornada, a equipe permaneceu de três a quatro dias em locais como Paraná, Peixe, Ipueiras e Miracema (TO), Carolina no Maranhão, Marabá, Cametá e Tucuruí, aqui no Estado. Quando precisaram remar contra o represamento da hidrelétrica de Tucuruí, a equipe enfrentou um grande desafio.

“Foram cinco dias intensos de remadas duras, todo o tempo seguindo contra o vento. A hidrelétrica de Tucuruí é realmente monstruosa no tamanho de seu reservatório. Foi a mais difícil de todas. O vento e o banzeiro tornaram nossas remadas deveras pesadas. Não chegamos a passar pelas faladas e perigosas tempestades de banzeiro, que segundo ribeirinhos chegam a formar ondas do tamanho de uma casa. Em alguns momentos navegamos a 5 km por hora, a menor velocidade de toda a expedição. Deixando Marabá, ainda percorremos um trecho de rio até Itupiranga, onde a largura fenomenal se abria em diversos canais e a transformação da paisagem se completava, estávamos de fato em ambiente amazônico”, narrou Cardes no diário de bordo da expedição.

Veja Matéria completa no Diário do Pará.

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