quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Isolada, candidatura petista tende a ser pouco competitiva

Aliança é o caminho
Não se pode deixar de considerar o potencial de uma candidatura petista em qualquer nível de disputa institucional hoje no Brasil, assim como também não podemos negar a importância das alianças partidárias. Embora o partido, por si só, seja proprietário de um grande capital eleitoral, a candidatura que se configura para a disputa da prefeitura de Tucuruí em 2012 não se apresenta competitiva e não tem empolgado nem os próprios companheiros.
Ao que tudo indica, para a eleição que se avizinha o PT não contará com a adesão automática do PCdoB como era de praxe, uma vez que, em nível nacional, este vem reformulando sua estratégia eleitoral e tende a lançar candidatura própria por aqui também. É hora de pensar mais estrategicamente e construir essa candidatura o mais rápido possível ou então amargar a triste realidade de, isolado, ter apenas que marcar posição no próximo pleito.
O ideal seria o entendimento com o PMDB onde os dois liderassem um grande arco de aliança oposicionista. Tarefa difícil, é certo, ante os virtuosismos individuais e coletivos existentes nos dois lados, porém é o caminho mais coerente e, acima de tudo, viável contra a máquina eleitoral que está sendo preparada por Sancler e que já começa a entrar em funcionamento.

Um comentário:

Anônimo disse...

Nem o PT, nem o PMDB têm nome que possa configurar peso eleitoral numa campanha majoritária. Temos ainda o imponderável do que pode vir a acontecer com os dois partidos à nível nacional, enrolados que estão com toda sorte de corrupção em todos os níveis.