sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Parsifal quer que ALEPA acione Amazonino na Justiça

O deputado estadual Parsifal Pontes (PMDB) fez ontem um pedido formal, através de requerimento, à mesa diretora da Assembléia Legislativa do Pará (ALEPA) para que aquela casa, que é a representante constitucional do povo paraense, tome medidas jurídicas legais contra o prefeito de Manaus (AM), Amazonino Mendes (PTB).
Amazonino ganhou as manchetes da imprensa nacional esta semana ao discriminar uma paraense moradora de área de risco daquela cidade. “Então morra”, respondeu à mulher que pedia providencias quanto a situação de calamidade em que estava vivendo. Quando revelou que era proveniente do Pará, novamente o prefeito mostrou seu despreparo dizendo simplesmente: “então tá explicado”. Fez bem o deputado Parsifal.

Confira o vídeo:

5 comentários:

Anônimo disse...

Se o político preconceituoso de Manaus fosse do PMDB o deputado Parsifal faria o mesmo encaminhamento?

Anônimo disse...

O Governo do Estado através da SECOM publicou nota de repúdio sobre a atitude do prefeito (22/02), mas isso só depois de quase o país inteiro se manifestar é que parece que ele lembrou que governa o Estado do Pará.

Anônimo disse...

Muito triste esse acontecimento, mas francamente, o preconceito de muitos paraenses em relação aos maranhenses também é algo muito triste. O prefeito parece um destemperado, assim como as brincadeirinhas e piadas de mau gosto parecem ser a oportunidade perfeita pra se expressar o preconceito de maneira engraçadinha, sem provocar alarido, porém nada mais é do que ele mesmo, o famigerado preconceito, passeando tranquilamente em nosso meio, e assim é em relação aos pretos, aos gays, aos baianos (que o caro blogger adooora),nordestinos em geral... Pimenta no olho do outros é refresco é? Não, a verdade é que toda e qualquer forma de preconceito é sempre muito revoltante e não se justifica!

Prof. Augusto Magalhães disse...

Relaxa anônimo. Tô achando que tu és baiano.
Agora falando sério, acho que existe um limite entre uma brincadeira "confraternal" e uma atitude preconceituosa como a do prefeito de Manaus. Esse negócio de achar que tudo é preconceito é extremisto e deixa a cara sisuda.
Quanto aos maranhenses, concordo que existe preconceito sim e isso é repugnavel.

Anônimo disse...

Não sou baiano, mas sou observador e não é extremisto, é extremismo.