sexta-feira, 11 de junho de 2010

No MP prefeitura se compromete a abrir contas e enviar PCCR à Câmara

A greve dos professores da Rede Municipal de Ensino teve mais um round ontem. A pedido do executivo municipal aconteceu uma reunião no Ministério Público (MP), já que este tem dúvidas sobre a legalidade de alguns pontos do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR) reivindicado pelos trabalhadores da educação. O MP foi representado pela promotora Dra. Renata Valéria, a secretaria de educação pela Profª. Marivani e o Sintepp pelos professores Ronaldo Meireles e Nívea Maria. Participaram ainda os vereadores Tom e Jonis Williams, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT).
Segundo informações do Sintepp, as negociações avançaram muito pouco, pois a prefeitura está intransigente, afirmando que não há dinheiro para pagar a progressão nem para dar aumento aos professores e demais funcionários da educação. “Nesse caso foi feita mais uma vez a cobrança das prestações de contas da prefeitura, mas ela não aparece. Se aparecesse, a prefeitura já teria calado a boca do Sintepp”, disse o vereador Tom.
O executivo deveria ter encaminhado a proposta de Plano de Carreira dos trabalhadores da educação na quarta-feira, dia 09/06, mas não o fez prorrogando assim a greve que já dura duas semanas.
Na reunião foi firmado um acordo onde a prefeitura se comprometeu a não descontar os dias parados e não fazer retaliações aos grevistas, já os professores se comprometeram a repor as aulas perdidas. A prefeitura ficou ainda de apresentar as prestações de contas e encaminhar o plano hoje para a apreciação dos vereadores. Dos dez parlamentares, cinco já teriam se comprometido a aprovar o plano com as propostas de alterações apresentadas pela categoria. São eles: Tom, Jonis Williams, Pastor Antônio, Edileuza e Titonho.

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